Direto ao ponto: Na volta da coluna, quem ganha o destaque é o Esporte Interativo


Enfim começou os playoffs da UEFA Champions League, e com ela, a maior cobertura já vista por um canal de TV por assinatura e internet no país. O Esporte Interativo montou uma base de investimentos desde quando o canal foi adquirido em sua totalidade pela Turner, com o intuito de dar à maior competição de clubes do planeta a visibilidade que já era vista com grande sucesso na Copa do Nordeste.

Pois bem, tal fato foi ofuscado pela dificuldade que a emissora tem em ser inserida nas principais operadoras de TV do país (SKY, NET e Claro TV, sendo a última a que tirou o canal de seu line-up em maio), que fez com que milhares de fãs e amantes do futebol pudessem expressar sua revolta em redes sociais pelo "apartheid" realizado pelas mesmas. É correto afirmar que o espírito de revolta estabeleça uma pressão por demanda ainda maior com a esperança de que o canal entre em cada uma delas. Mas é necessário paciência.

Em compensação, apenas o EI Maxx - que teve a melhor sorte, pois entrou no line-up da Oi TV e de mais oito operadoras medianas - teve a liberdade simbólica de poder estar presente em inúmeras TVs por assinatura do país, porém, não representa nem 20% daquilo que se espera de uma grande cobertura, aumentando ainda mais o inflamante descontentamento daquele que luta, que brada, que tem em sua mente o desejo da realidade de ver os melhores craques do mundo desfilando com a bola no pé nos maiores e melhores gramados do planeta. Que o bom senso impere nas "grandonas" do setor, de modo a observar com atenção a necessidade de um povo.


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Por Alex Dany

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