Colunista critica falta de investimento do Esporte Interativo em novos eventos e assim gera entrave com operadoras


A situação complicada passada pela Turner para colocar o EI Maxx nas principais operadoras de TV por assinatura foi destacada pelo jornalista Flávio Ricco, em sua coluna especializada em cobertura de TV no UOL. Segundo ele, a falta de investimento do Esporte Interativo/Turner gera entrave com operadoras. Não houve nenhuma grande aquisição de evento depois da Liga dos Campeões.

Confira o texto na integra:

"Caso o Grupo Turner, através do EI MAX, não consiga levar a "Liga dos Campeões" para as grandes operadoras, o principal torneio de clubes da Europa deverá contar, pelo menos por aqui, com uma base teoricamente pequena de assinantes. Algo próximo de 540 mil, segundo projeção de fontes do mercado.

Esse jogo de empurra de emissoras com operadoras é um assunto que deveria receber um tratamento mais cuidadoso das autoridades responsáveis. Não fosse por outros motivos, pelo tamanho do dinheiro em jogo.

Para a UEFA, que já embolsou uma fortuna com a troca de mãos, isso não quer dizer nada, mas, para a Turner, é um pesadelo. Só que também é importante, até por questão de coerência, enxergar a mesma questão pelo outro lado: qual outro investimento foi feito pela Turner no Esporte Interativo além da "Liga dos Campeões"? Qual outro grande atrativo existe na sua programação?

Está complicado saber como poderá se resolver todo esse embaraço."


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Por Vevé Prado

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