Memória do Esporte Olímpico abre concurso para realização de curtas-metragens


Inscrições vão até o dia 13 de outubro e em 13 de novembro serão anunciados os projetos selecionados.

R$ 230 mil é o valor que cada realizador receberá para filmar um documentário de 26 min.

Em quatro edições já realizadas, o Memória do Esporte Olímpico Brasileiro recebeu mais de 500 inscrições de projetos de filmes.


O Projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro tem como objetivo aproximar a produção independente audiovisual brasileira e a televisão aberta e fechada, com o intuito de colaborar para o desenvolvimento de um acervo audiovisual inédito, bem como alavancar o esporte por meio de difusão e divulgação das modalidades e sua prática pela população.

No último mês, foi anunciado, em cerimônia no CineSesc, em São Paulo, a abertura das inscrições para o concurso do quinto ano, que fará seleção de sete novos documentários de 26 minutos. Este ano serão duas formas de seleção devido aos recursos advindos de fontes diferentes dos patrocinadores, sendo Lei Rouanet e pela Lei do Audiovisual (art. 3º A). O edital 2015 selecionará três novos documentários. Outros quatro curtas serão escolhidos a partir do banco de projetos das edições anteriores. Cada filme que receberá R$ 230 mil reais e os títulos serão produzidos até maio de 2016.  Qualquer produtora de vídeo brasileira cadastrada na Agência Nacional de Cinema (Ancine) pode concorrer (inscrições até 13 de outubro de 2015, pelo site www.memoriadoesporte.org.br. Os sete contemplados serão anunciados no dia 13 de novembro.  

Atletas e cineastas – Ainda neste ano serão apresentados os documentários realizados em 2015 pelo quarto concurso do Memória do Esporte Olímpico Brasileiro:  Clodoaldo, o Tubarão das Piscinas, de Susanna Lira; O Discreto Charme de Uma Campeã, de Fabio Meira; Irmãos Grael, de Marina Fonte Pessanha; Meninas, Arte, Memória Olímpica, de Carla Gallo; O Nado de Joanna, de Lucas Fitipaldi,; Procura-se Irenice, de Thiago Mendonça; Rosinha, a Força de Uma Guerreira, de Carlos Segundo e Seguindo a Linha, a História de Ricardo Prado, de  André Bomfim.  Com o concurso V o proejto soma em seu acervo cerca de 50 títulos, incluindo filmes de cineastas renomados, a exemplo de Cacá Diegues (com Flora Diegues e Renata Almeida Magalhães em No Meio do Caminho Tinha um Obstáculo), Murilo Salles (Reinaldo Conrad: A Origem do Iatismo Vencedor), Ugo Giorgetti (México 1968 – A Última Olimpíada Livre) e Laís Bodansky (Mulheres Olímpicas).

O projeto – Realizado pelo Instituto de Políticas Relacionais, o Memória do Esporte Olímpico Brasileiro tem patrocínio de Petrobras, EBrasil Energia (Centrais Elétricas de Pernambuco – Epesa) e ESPN Brasil, com apoio da Secretaria do Audiovisual do MINC , Cinemateca Brasileira e da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (ABPITV). O projeto, cuja continuidade está assegurada até a Olímpiada do Rio de Janeiro, em 2016, pretende chegar à edição brasileira dos Jogos Olímpicos com mais de 40 títulos. Esse importante acervo audiovisual olímpico será objeto de exibição em canais de TV aberta e por assinatura, e também em mostras especiais além de ter DVDs distribuídos em escolas e bibliotecas públicas.

 Idealizadores – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), o Instituto de Políticas Relacionais completou, em 2015, onze anos de existência. Criado em março de 2004 pelas assistentes sociais Daniela Greeb (diretora geral) e Vanessa Labigalini (diretora de projetos e comunicação), o Relacionais nasceu da necessidade de se construir uma estrutura para dar continuidade ao Movimento Ética e Cidadania: Psicodrama da Cidade (2001). Entre os 18 projetos desenvolvidos pelo IPR, constam o Tô na Rede (uso das Tecnologias de Informação e Comunicação por funcionários de bibliotecas públicas brasileiras, com patrocínio do Programa Global Libraires da Bill & Melinda Gates Foundation), o Empreendedor Local (em parceria com a Unesco e a Prefeitura de São Paulo), o Brasil: Nunca Mais Digital (digitalização de 1 milhão de páginas, e disponibilização de documentos sobre torturas e outras violações dos direitos humanos durante a ditadura) e o Ancestralidade Africana no Brasil – Memória dos Pontos de Leitura.


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Por Vevé Prado

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