Clubes cogitam usarem base de dados de operadoras para definir distribuição do pay-per-view


Insatisfeitos com a distribuição do dinheiro do pay-per-view, os clubes põem na parede, mais uma vez, o Ibope e a Datafolha, responsáveis pela pesquisa que define o ranking de venda de pacotes. De acordo com o ESPN.com.br, por Marcus Alves, em reunião nesta semana, em São Paulo, eles ressaltaram que a atual metodologia não é confiável e sugeriram à Rede Globo que passe a se apoiar na base de dados das operadoras de TV por assinatura.

Em sua maioria, na contratação do canal Premiere, elas perguntam ao titular da conta o time para o qual torce - e mesmo que isso não aconteça, há a opção de cadastro posterior.

Existem até mesmo grupos de torcedores se mobilizando na internet e incentivando outros para que verifiquem suas respectivas situações junto às operadoras. O movimento não passou despercebido às equipes.

Os cartolas destacam a praticidade do banco de dados, que não exigiria uma pesquisa para a sua montagem.

"Isso foi discutido com alguma veemência (no último encontro). Acho que essa coisa de atender telefone, falar por outra pessoa, algo que demanda extrema confiabilidade. E o Brasil é um país em que a confiabilidade, infelizmente, não está entre nossas qualidades. Os métodos hoje são extremamente vulneráveis", afirma o presidente do Goiás, Sergio Rassi, ao ESPN.com.br.

"Na era da informação, por que não utilizamos ela (a base das operadoras)? Evitaria a vulnerabilidade. Existe o ponto de vista de que teríamos, assim, uma amostragem muito maior e mais real", prossegue.


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Por Vevé Prado

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