Casagrande é o convidado do "Bola da Vez" desta terça na ESPN Brasil



Aos 53 anos, o paulistano que é ídolo da torcida do Corinthians falou sobre tudo: desde os bastidores do que viveu dentro e fora dos gramados, passando pela briga com o amigo Sócrates e chegando à sua luta contra as drogas.  

"A minha prioridade de vida, hoje, é viver sóbrio, não usar mais drogas! Porque se eu não usar mais drogas, tudo de bom vai acontecer pra mim... Ascensão profissional, ser convidado para programas como o seu [Dan Stulbach] e vir, ter projetos de rádio...", disse o ex-atacante, que já documentou em livro, lançado em 2013, sua escalada contra o vício em álcool e cocaína.

Walter Casagrande Júnior, que recentemente tornou público seu namoro com a cantora Baby do Brasil, também detalhou o desentendimento que teve com o parceiro de Corinthians e de vida Sócrates.

"Aí, eu entro [no restaurante] e na hora que eu vou cumprimentar ele, o Magrão [apelido do amigo] fala assim: 'Olha o cara que se vendeu pra Rede Globo'! Ah, meu, naquele momento, eu fiquei revoltado", afirmou o ex-atleta. Essa história completa, o fã de esporte confere no programa.

Em 1h30 de conversa com o apresentador Dan Stulbach e os jornalistas André Plihal e André Kfouri, Casagrande também disse "eu aprendi com a morte do Magrão, infelizmente" e falou sobre como a Ditadura Militar tentou impedir as manifestações da Democracia Corintiana.

Casão, que fez parte da delegação da seleção brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1986, no México, também defendeu Caldense-MG, São Paulo, Porto-POR, Ascoli-ITA, Torino-ITA, Paulista-SP e São Francisco-BA, clube no qual aposentou-se, em 1996.


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Por Vevé Prado

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