Marcelinho Carioca fala sobre Dunga e Vanderlei Luxemburgo no "Programa Raul Gil" deste sábado



No programa deste sábado, 26 de agosto, no quadro “Elas Querem Saber”, Raul Gil recebe Marcelinho Carioca, que responde questões feitas por Val Marchiori, Thammy Miranda, Ciça Camargo e Lola Melnick. O ex-jogador fala sobre o desconforto que tinha com o técnico Vanderlei Luxemburgo, revela se há máfia no futebol, fala sobre a importância de seu pai nos estudos e se emociona ao contar a primeira vez que seu pai foi no estádio assistir seu jogo.

Confira algumas frases do quadro:

“O Neymar está no olho do furacão, os olhos do mundo estavam voltados para ele. A questão financeira para ele é secundária. Ele foi para um desafio. (sobre a saída de Neymar do time Barcelona para o Paris Saint-Germain)
“O esporte me educou e me qualificou para eu ter uma condição de vida maravilhosa para mim, para os meus filhos e futuramente para os filhos dos meus filhos” (se ganhou muito dinheiro)
“É verdade. Eles estavam se sentindo desmotivados e desrespeitados. O Dunga é uma ótima pessoa, só que ele não se preparou, não se capacitou para ter o posto de treinador da seleção brasileira. Ele começou tendo atitudes que desagradaram Neymar e a todos os outros, só que ninguém teve a personalidade para falar. E o Neymar e o Daniel Alves se posicionaram” (Sobre Neymar e Daniel Alves não quererem trabalhar com Dunga)
“Tanto que com o mesmo grupo, que agora é a seleção, Tite, que não é um treinador, é um gestor de pessoas, conseguiu voltar a alegria do bom futebol e levantar a autoestima dos atletas” (sobre o atual técnico da seleção brasileira)
“O grupo não funcionou nas mãos dele” (nas mãos de Dunga)
“Eu estaria sim entre os 23 jogadores. Jogar seria uma opção do treinador, mas aí você descobre por interesses pessoais que a trajetória começa a mudar” (sobre não ser chamado para as copas do mundo de 94, 98 e 2002)
“Para mim já está totalmente resolvido e no meu coração não cabe vingança, nem mágoa” (sobre Vanderlei Luxemburgo)
“Toda a cobrança e persistência do meu pai, fizeram me formar em técnico em mecânica na escola técnica do Rio de Janeiro. Eu sou torneiro mecânico. Eu cursei Educação Física e esse ano vou ser o primeiro jogador de futebol do Brasil com diploma de comunicação em jornalismo” (sobre a insistência do pai para ele estudar)
“Carla é uma mulher maravilhosa, sensacional, o Xandy também” (sobre a ex-namorada Carla Perez)
“A mulher tem que ser amada, acariciada, tem que ser bem tratada. Eu sou romântico. Já fui muito namorador, hoje eu namoro a Ariane”
“Tem o jogador de futebol, tem o boleiro e tem o atleta profissional do futebol. Eu me enquadro nesse último, onde o principal instrumento de trabalho é o corpo. Esse corpo tem que estar sempre bem alimentado, bem cuidado. Então naninha cedo” (sobre se cuidar)
“O esporte me deu grandes amigos: André Luiz, Vampeta, Edílson, Luizão, Ronaldo, Miller, Amaral” (se há amizade verdadeira no futebol)
“Não é só no futebol. Em vários segmentos existem os interesses pessoais, mais do que o interesse da instituição. Se nós ganhamos bola de ouro desde 91 até 2003, por que não foi para a copa do mundo ou estar no grupo da seleção? Aí depois que eu descobri que você tinha que ter tal empresário o tal empresário. Aí se for na igualdade, vai pesar o indivíduo que tiver o empresário com mais nome” (sobre máfia no futebol)
“Nunca usei drogas e não sou a favor. Porque isso não destrói só a pessoa, destrói o corpo da pessoa, destrói a família da pessoa. Eu não sou a favor” (se já usou drogas e se é a favor ou contra a legalização das drogas)


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Por Vevé Prado

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